Em 01 de abril de 2009, Andy Hull começou a retomar sua vida.
Filho e neto de ministros do sul dos Estados Unidos, Hull formou o Manchester Orchestra em 2004, aos 17 anos, com seus amigos de infância (Jonathan Corley no baixo, o tecladista Chris Freeman, o guitarrista Robert McDowell e o baterista Tim Very) e desde então vem usando a música como uma maneira de explorar os temas mais importantes em seu ponto de vista: vida, vulnerabilidade emocional e a condição humana. "Eu sempre acreditei em Deus, mas o Cristianismo moderno me assusta. Sou espiritualizado, mas não uma pessoa religiosa. Gosto de usar minha música para explorar como a fé me desafia a ser um homem melhor".
Em 2005, antes mesmo de poderem votar, a Manchester Orchestra foi para a estrada e fez mais de 200 shows, construindo rapidamente uma legião de fãs leais que cresce a cada novo show ou álbum lançado. "Nós não queríamos mostrar para as gravadoras", diz Hull sobre o início da banda. "Nós queríamos fazer o maior numero possível de shows e fazer com que as gravadoras viessem até nós." E elas foram. Em 2007, o explosivo “I’m Like a Virgin Losing A Child” tornou-se sucesso de crítica. Dois anos depois, “Mean Everything to Nothing” foi lançado e reverenciado como um dos os melhores discos de 2009. E agora com a chegada de “Simple Math”, mais uma fez Manchester Orchestra atinge sucesso de público e crítica. "As músicas neste disco são como histórias", explica Hull, "mas mais pessoais. De muitas maneiras, este disco pode ser considerado uma batalha entre minha esposa, Deus e eu”.
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Conheci agora e curti muito. Venha lolla, venha!
felipesouza_xp , aproximadamente 1 mês passadosConheci agora e curti muito. Venha lolla, venha!
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